O deputado Paulo Rocha participou da solenidade para a assinatura de convênios entre o Ministério da Pesca e o governo do Pará que garantirão ao Pará R$ 8 milhões em investimentos para o desenvolvimento da pesca e da aquicultura no Estado. Os convênios tornarão possível a construção ou reforma de cinco estações de aquicultura para o fomento da produção do pescado, no programa Territórios da Pesca, e o repasse de uma lancha patrulha que será usada na fiscalização e combate à pesca predatória. A parceria foi assinada pela governadora Ana Júlia Carepa e pelo ministro da Pesca, Altemir Gregolin, que esteve em Belém e Santarém, um dos municípios contemplados com os benefícios.
Foram assinados convênios para a ampliação e reforma das estações de
Curuçá, Terra Alta, Santarém, Conceição do Araguaia e Uruará. Também
foram assinados convênios para a capacitação dos trabalhadores reunidos
na Colônia de Pescadores Z-16, de Cametá, e com o Instituto Acquamazon
para a execução do projeto "Estatística Pesqueira da Bacia do Xingu",
que vai mapear boa parte da produção do Estado.
O ministro agradeceu, em nome do deputado Paulo Rocha, coordenador da bancada do Pará no Congresso Nacional, o empenho pela obtenção do recurso necessário às obras e projetos. No orçamento de 2009, foram assegurados por emendas da bancada federal paraense o valor de R$ 28 milhões no orçamento de 2009 e outros R$ 31 milhões no orçamento deste ano para o apoio ao desenvolvimento da pesca no Pará. Um dos objetivos é fortalecer a pesca artesanal, já que o Pará detém a maior quantidade de pessoas atuando nesse tipo de pesca no Brasil, com 140 mil trabalhadores.
O ato também marcou o lançamento de quatro Territórios da Pesca no Pará, nas regiões do Caetés, Baixo Amazonas, Marajó e Tucuruí e o lançamento do programa Pescando Letras, com meta de alfabetização de três mil pescadores no Pará em 2010. Os investimentos, disse o ministro, fazem parte do Plano Amazônia para Pesca e Aquicultura, lançado por ele em Belém em novembro último, e também respondem ao empenho paraense em organizar o setor. O ministro ainda anunciou a construção de terminais pesqueiros em Jacundá e Outeiro, em fase de licenciamento, e em Belém, para o qual já há R$ 20 milhões empenhados no orçamento federal.
Paulo Rocha destacou a importância da bancada federal, governo federal e estadual. “Estamos unidos em torno da visão de desenvolvimento implementada pelos governos federal e estadual, na qual leva em conta a pequena produção, ou seja, pensar o País a partir da inclusão do pequeno”. Falou também da interação entre a Secretaria da Pesca do Pará e da política desenvolvida pelo Ministério da Pesca e Aquicultura.
O ministro agradeceu, em nome do deputado Paulo Rocha, coordenador da bancada do Pará no Congresso Nacional, o empenho pela obtenção do recurso necessário às obras e projetos. No orçamento de 2009, foram assegurados por emendas da bancada federal paraense o valor de R$ 28 milhões no orçamento de 2009 e outros R$ 31 milhões no orçamento deste ano para o apoio ao desenvolvimento da pesca no Pará. Um dos objetivos é fortalecer a pesca artesanal, já que o Pará detém a maior quantidade de pessoas atuando nesse tipo de pesca no Brasil, com 140 mil trabalhadores.
O ato também marcou o lançamento de quatro Territórios da Pesca no Pará, nas regiões do Caetés, Baixo Amazonas, Marajó e Tucuruí e o lançamento do programa Pescando Letras, com meta de alfabetização de três mil pescadores no Pará em 2010. Os investimentos, disse o ministro, fazem parte do Plano Amazônia para Pesca e Aquicultura, lançado por ele em Belém em novembro último, e também respondem ao empenho paraense em organizar o setor. O ministro ainda anunciou a construção de terminais pesqueiros em Jacundá e Outeiro, em fase de licenciamento, e em Belém, para o qual já há R$ 20 milhões empenhados no orçamento federal.
Paulo Rocha destacou a importância da bancada federal, governo federal e estadual. “Estamos unidos em torno da visão de desenvolvimento implementada pelos governos federal e estadual, na qual leva em conta a pequena produção, ou seja, pensar o País a partir da inclusão do pequeno”. Falou também da interação entre a Secretaria da Pesca do Pará e da política desenvolvida pelo Ministério da Pesca e Aquicultura.
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