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Paulo Rocha apóia lei de economia solidária

O deputado federal Paulo Rocha se comprometeu em apoiar a luta pela lei que visa criar o Sistema e o Fundo Nacional de Economia Solidária. O compromisso do deputado com os interlocutores do setor de Economia Solidária aconteceu num café da manhã realizado nesta segunda-feira, 24. Essa lei é de iniciativa popular, está em fase de coleta de assinaturas e será apresentada no Congresso Nacional na próxima legislatura.


A presidente da Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscip) AmazonCred, Júlia Miranda, presente ao café da manhã com Paulo Rocha, ao informar que a instituição concedeu 10 mil financiamentos na região metropolitana de Belém, propôs parceria com o mandato para levar o microcrédito a empreendedores individuais dos municípios do interior do Pará. “Podemos firmar convênios com as prefeituras e mediar créditos a partir de parceria com o BID, Banco Interamericano de Desenvolvimento”, disse a presidente da AmazonCred. “É uma alternativa real de sair da pobreza”, completou Júlia.

O economista João Cláudio Arroyo, que esteve à frente do Banco do Povo, instituição de microcrédito que funcionou na durante prefeitura do PT em Belém (1997 a 2004), propôs que o deputado Paulo Rocha paute dentro do PT a instituição de novos valores, como por exemplo, a solidariedade, a economia solidária como alternativa para uma nova sociedade, de empreendedores autônomos. “Você, Paulo tem condição moral para pautar isso”, afirmou Arroyo. Paulo se comprometeu com a solicitação e ressaltou o momento de mudança pelo qual passa o País e o Estado.

Falando das políticas que vem mudando o País, Paulo citou o programa de expansão das escolas técnicas, até o final do governo Lula, teremos um total de 254 novas escolas técnicas. Comparando com governos anteriores,  o deputadolembra que o governo que antecedeu Lula construiu apenas uma universidade, ao passo que o governo Lula instituiu 13 novas universidades. O deputado falou também da importância de se assegurar a manutenção das mudanças e da importância dos movimentos sociais e do próprio partido nesse momento.

Participaram da reunião com o deputado representantes de cooperativas rurais ligadas à economia solidária; Organização das Cooperativas do Estado do Pará (Ocepa); Diretoria de Economia Solidária, da Secretaria de Estado de Trabalho, Emprego e Renda (Seter); Setorial de Economia Solidária do PT, entre outras entidades ligadas à Economia Solidária no Pará. Paulo encerrou o café da manhã colocando para aquele conjunto de companheiros a discussão sobre a implantação de cinco bancos comunitários no Pará, fruto de articulação dele junto à Fundação Banco do Brasil.

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